E então a
gravidez chega ao fim, nasce um bebê lindo e começa a tão esperada licença maternidade,
são noites em claro, dias longos, cansativos e felizes (coisa de mãe!), passa o
primeiro mês e você venceu a adaptação, passa o segundo mês e você começa a
entrar em uma rotina encantadora em relação ao mês que se passou, o terceiro mês
se inicia e então os sorrisos daquela pessoinha começam a aparecer, os passeios
são mais freqüentes, o bebê já esta começando a interagir e você a ganhar
gargalhadas, e com a alegria desse momento surge o desespero do último mês da
tal licença maternidade para a maioria mulheres! Uma outra parte, suponho que
muito menor do que gostaríamos, conseguem vivenciar os primeiros momentos do bebê
tentando se manter sentado e tantas outras conquistas que a chegada do quinto mês
traz antes do pânico bater! Uma vontade de chorar, de correr, de achar um botão
que pare o tempo ali!
Quando acabou
a minha primeira licença maternidade eu achei que fosse morrer, doeu demais!
Como eu podia ter tido uma filha para deixar em uma escola o dia todo? Me senti
uma bruxa má! Chorei por muitos dias! Me sentia culpada por não querer parar de
trabalhar, me sentia culpada por querer parar de trabalhar, me sentia culpada
por ela estar na escola! A questão era a culpa! Agora chega ao fim minha
segunda licença, falta pouco... e a culpa? Continua aqui! Me sinto culpada
porque agora o pouco tempo livre será dividido, me sinto culpada porque não
sofri tanto como da primeira vez, embora tenha chorado alguns litros! Me sinto
culpada porque eles, os dois, serem felizes quando passam o dia todo na escola,
e saber que isso faz bem não faz bem para meu ego! Essa tal culpa que continua
aqui e ainda me faz chorar! A diferença é que eu sei que ela vai passar, vai diminuir
dia após dia. Na primeira vez eu não sabia disso! Agora eu sei que vou
conseguir lidar com as emoções!
Mas, o porquê dessa dor ainda estar aqui? Porque mesmo sendo a segunda vez, ainda não
sei se vou dar conta de tudo isso, choro quando penso que terei dois pequenos
mais um trabalho para lidar, mais a casa, mais o marido, mais eu, mais o
ministério da igreja... E então no meio de uma dessas crises Deus me deu a
graça de falar ao meu coração: “Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo
sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com
ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os
vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.
(Filipenses 4:6,7) e aqui estou eu meditando e compartilhando essa Palavra e que ela possa ser o sustento da minha paz e de tantas outras mães que passam por esse momento, seja com o primeiro, o segundo ou seja qual filho... embora tenha sempre um fato para termos medo, temos um certeza para todas as coisas: Deus cuida de nós e dos nossos! E nossa missão é confiar! E que comece mais uma etapa!
(Filipenses 4:6,7) e aqui estou eu meditando e compartilhando essa Palavra e que ela possa ser o sustento da minha paz e de tantas outras mães que passam por esse momento, seja com o primeiro, o segundo ou seja qual filho... embora tenha sempre um fato para termos medo, temos um certeza para todas as coisas: Deus cuida de nós e dos nossos! E nossa missão é confiar! E que comece mais uma etapa!
